Cenário pós-Covid acentuará papel das fontes renováveis de energia

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Após redução mundial no consumo de eletricidade por conta da pandemia, foco em sustentabilidade e a transição energética para novas matrizes será reforçado, aponta a BIP – Business Integration Partners do Brasil Consultoria

A crise provocada pela covid-19 vai acentuar o crescimento das energias renováveis. Apesar dos investimentos em energia diminuírem cerca de 20% em todo o mundo no ano de 2020, em comparação com 2019, segundo o International Energy Agency (IEA) – Agência Internacional de Energia – no cenário pós-covid tendência é bem diferente. 

Segundo relatório da consultoria internacional BIP – Business Integration Partners do Brasil Consultoria, mesmo havendo uma redução dos investimentos em energia renovável, o foco em sustentabilidade e a transição energética para essas fontes irá continuar, principalmente, em energia solar e hídrica. A mobilidade elétrica e os medidores de energia inteligentes (ou smart meters, em inglês) também vão atrair mais investimentos.

Ainda segundo a BIP, no cenário pós-covid, as companhias terão de determinar os impactos provocados pela pandemia a médio e longo prazos e repensar suas estratégias, adaptando o negócio às exigências do mercado: um mundo mais digital, uma população com foco renovado em sustentabilidade e maior número de cidades inteligentes.

A digitalização irá ampliar a sustentabilidade e a resiliência das redes para uma série de novos serviços e otimização dos consumos. Ao mesmo tempo, o relacionamento com os clientes da rede elétrica será cada vez mais digital, habilitando a medição autônoma, a interação eletrônica para assistência técnica, o faturamento e o pagamento eletrônico. As distribuidoras vão ter benefícios substanciais de redução de custos operacionais e de redução da inadimplência.

Outra tendência no cenário pós-covid é o crescimento da geração distribuída, onde o consumidor se tornará produtor de energia, com uma pequena planta de geração fotovoltaica nas suas dependências. A energia gerada vai entrar na rede.

Além disso, a pesquisa da BIP em 2019 apontou que, no Brasil, o mercado potencial anual é de R$ 1,5 bilhão. O relatório também pontua que a geração distribuída pode se tornar uma agenda importante também para o mercado consumidor, junto com as tecnologias de armazenamento de energia, que permitem uma independência energética das residências. Também haverá aumento no EMS (Energy Management System) – serviços e sistemas de monitoramento e otimização do consumo.

Fonte: www.portalsolar.com.br veja mais no site.

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