Energia solar fotovoltaica bate marca de 200 mil empregos no Brasil, aponta ABSOLAR

Dado leva em conta os segmentos de geração distribuída e centralizada desde 2012, incluindo todos os cargos que envolvem o setor

A energia solar fotovoltaica bateu a marca de 200 mil empregos no Brasil, aponta levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). O dado leva em conta os segmentos de geração distribuída e centralizada desde 2012, incluindo todos os cargos que envolvem o setor, com profissionais desde instalação, engenharia, fabricação, logística, vendas até administração das empresas. 

De acordo com a entidade, a remuneração média dos empregos gerados pelo setor supera dois salários mínimos, acima da média nacional. “Os números estão crescendo rápido e o setor está se tornando importante para a economia. A capacidade total cresceu mesmo em meio as restrições causadas pela pandemia de COVID-19”, declarou o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, em webinar promovido pela Smarter E.

Em agosto, o país ultrapassou a marca de 3 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte. A fonte representa 1,7% do total da matriz elétrica brasileira. Em julho, a geração solar distribuída já havia passado dos 3 GW em potência instalada no Brasil. O volume considera sistemas de microgeração e minigeração em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos.

De acordo com o levantamento mais recente da ABSOLAR, o ranking estadual da geração solar distribuída é liderado por Minas Gerais, seguido por Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Mato Grosso. No ranking municipal, a primeira colocada é Uberlândia (MG), seguida pelo Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Cuiabá (MT) e Brasília (DF).

A associação também estima que a renda economizada em tarifas de energia por consumidores que possuem sistemas de geração distribuída solar fotovoltaica contribuiu para mais de R$ 4,7 bilhões reinjetados na economia desde 2012. 

Esse montante representa o dinheiro que deixou de ser utilizado para pagar a conta de luz e foi redirecionado para a compra de outros produtos, movimentando o comércio e a economia locais. A ABSOLAR afirma que o valor foi calculado levando em conta dados oficiais sobre os diferentes portes de sistemas, modalidades de compensação, tributação, irradiação solar e tarifas de energia elétrica.

Fonte: www.portalsolar.com.br veja mais no site.

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