Exagero no aumento de taxas de energia

Mais uma vez houve aumento nas taxas de energia elétrica, desta vez no estado do Mato Grosso. No dia 16 de abril entrou em vigor o reajuste anual da Energisa, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os valores percentuais variam de acordo com cada classe consumidora,  que são divididas em Grupo A e Grupo B. O Grupo A (chamado também de Alta Tensão) representa as indústrias, empresas e comércios de médio a grande porte, já o Grupo B (Baixa Tensão), agrega vários consumidores diferentes, como por exemplo os residenciais, rurais, empresas e indústrias de pequeno porte e a iluminação pública. Assim, o aumento no grupo de alta tensão foi de 24,96%, baixa tensão 21,62% e para os clientes residenciais, 20,36%.

Para tentar reduzir o impacto desse aumento, a Energisa antecipou a devolução do crédito do Programa de Integração Social (PIS), que serve para que trabalhadores tenham acesso a alguns direitos e benefícios, entre eles o abono salarial, juntamente com a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), com o objetivo de atenuar o reajuste neste ano, e também aderir ao empréstimo concedido às distribuidoras pelo governo federal e aprovado pela agência reguladora, na qual define orleanista anual. 

A empresa alega ainda que esse reajuste se deve ao cenário econômico atual do Brasil, que além de não ser dos melhores no quesito financeiro, também enfrenta uma crise hídrica e sofre com o aumento desenfreado da gasolina. Somado a isso, a Energisa afirmou que apenas uma pequena porcentagem é destinada a empresa, sendo que o restante é para outros fins como salários, custos operacionais e investimentos.

Entretanto, é inegável que esse aumento gera um certo impacto no bolso do consumidor, que cada vez mais tem que lidar com os altos valores na conta de luz, e aqueles que mantiveram o mesmo consumo e o mesmo salário terão que sofrer com os prejuízos em seus orçamentos. Nas residências que já sofrem diariamente com o aumento semanal do setor alimentício e vários outros, lidar com esse reajuste será bem complicado, pois aumentará cada vez mais suas dificuldades. As empresas, indústrias e comércios, também serão diretamente prejudicados, visto que o alto consumo energético já deixa a conta de luz em valores super elevados, e tal aumento refletirá no bolso de seus consumidores. 

Tudo isso apenas confirma o fato de que a energia solar é a melhor opção tanto para o Grupo A, quanto para o Grupo B, pois trará diversos benefícios como economia, prejuízo baixo ou nulo mediante reajustes, valorização do imóvel e ausência de preocupação ao fim do mês.

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